sábado, 31 de agosto de 2013

A ESCOLA DE PAULO FREIRE

“ESCOLA É… O LUGAR ONDE SE FAZ AMIGOS NÃO SE TRATA SÓ DE PRÉDIOS, SALAS, QUADROS, PROGRAMAS, HORÁRIOS, CONCEITOS… ESCOLA É, SOBRETUDO, GENTE, GENTE QUE TRABALHA, QUE ESTUDA, QUE SE ALEGRA, SE CONHECE, SE ESTIMA. O DIRETOR É GENTE, O COORDENADOR É GENTE, O PROFESSOR É GENTE, O ALUNO É GENTE, CADA FUNCIONÁRIO É GENTE. E A ESCOLA SERÁ CADA VEZ MELHOR NA MEDIDA EM QUE CADA UM SE COMPORTE COMO COLEGA, AMIGO, IRMÃO. NADA DE ‘ILHA CERCADA DE GENTE POR TODOS OS LADOS’. NADA DE CONVIVER COM AS PESSOAS E DEPOIS DESCOBRIR QUE NÃO TEM AMIZADE A NINGUÉM NADA DE SER COMO O TIJOLO QUE FORMA A PAREDE, INDIFERENTE, FRIO, SÓ. IMPORTANTE NA ESCOLA NÃO É SÓ ESTUDAR, NÃO É SÓ TRABALHAR, É TAMBÉM CRIAR LAÇOS DE AMIZADE, É CRIAR AMBIENTE DE CAMARADAGEM, É CONVIVER, É SE ‘AMARRAR NELA’! ORA , É LÓGICO… NUMA ESCOLA ASSIM VAI SER FÁCIL ESTUDAR, TRABALHAR, CRESCER, FAZER AMIGOS, EDUCAR-SE, SER FELIZ.”

quarta-feira, 10 de abril de 2013

PLANO DE AULA

EMENTA
 O nome  tem uma característica específica que faz parte dele. Uma vez aprendido  a criança com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado. As atividades com os nomes próprios devem ser sequenciadas para que possibilitem as aprendizagens mencionadas acima. Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível e 3
OBJETIVOS
·         Estas atividades permitem às crianças as seguintes aprendizagens:
·         Diferenciar letras e desenhos;
·         Diferenciar letras e números;
·         Diferenciar letras, umas das outras;
·          A quantidade de letras usadas para escrever cada nome;
·         Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;
·          Orientação da escrita: da esquerda para a direita;etc
METODOLOGIA
·         Recolhendo material. Questione as crianças como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para as crianças e peça que cada uma escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras etc
·         Construindo um crachá. Questione as crianças como os professores podem fazer para saber o nome de todas nos primeiros dias de atividade. Ajude-as a concluir sobre a função do uso de crachás.
Distribua cartões com a escrita do nome de cada uma que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pela criança). Solicite o uso do crachá diariamente.Fazendo a chamada Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula
AVALIAÇÃO
·         É importante observar e registrar os avanços das crianças na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. Tratando-se de uma informação social - a escrita dos nomes -, é preciso observar se as crianças fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. A escrita dos nomes é uma informação social, porque é uma aprendizagem não escolar. Dependendo da classe social de origem da criança, ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. Para crianças que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel. 
BIBLIOGRAFIA
Tolchinsky, Liliana . 1998 . Aprendizagem da Linguagem escrita. Editora Ática.
Teberosky, Ana. 1994. Aprendendo e escrever. Editora Ática. 1990. Psicopedagogia da Linguagem escrita. Editora Unicamp 1990. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. Editora Unicamp.
Ferreiro, E & Teberosky A. 1984. Psicogênese da língua escrita. Artes Médicas.
Curto, L&Morilllo, M&Teixidó, M - Escrever e ler - volumes 1 e 2. Artes Médicas. 





quinta-feira, 4 de abril de 2013

Perspectiva da Inclusão Digital


Perspectiva da Inclusão Digital



Novos conhecimentos e conheci em programas da empresa que trabalhava. A curiosidade de me atualizar em meios de comunicações. Tendo possibilidade de me comunicar em tempo real. Nenhuma habilidade e também a falta de interesse pessoal.                                                                        
Ernesto Simões
No início parecia muito difícil , até o manuseio do mouse era complicado, mas com o passar do tempo  fiquei curiosa e ao mesmo tempo ansiosa para entender o processo. Hoje sinto que valeu a pena o esforço que fiz para compreender que eu precisava me incluir nesse processo de aprendizagem.
Fiz um curso de informática e a partirdaí tomei gosto em fazer pesquisas, o mundo digital me encantou.
A necessidade da pesquisa em si. Tudo hoje em dia Inclusive dentro do estudo diário, na faculdade principalmente.
As redes sociais são muito legais. hoje em dia o envio de e-mail em vez de carta como existia antes é algo que deve ser valorizado.
O uso das tecnologias facilitou muito a vida das pessoas.Não possuía habilidades ante fiz de informática tive que começar do inicio, mas a verdade é que essa habilidade veio quando comprei um computador e pude treinar todos os dias , porque acredito que a aprendizagem vem com a prática.Tudo melhorou a partir daí, porque hoje eu pesquiso tudo que é útil para meus estudos , fico informada do que acontece no mundo através de jornais, enfim  me atualizo.
               Maria Betânia


quarta-feira, 27 de março de 2013


Ninguém  ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.